Somos 17 pequenos aprendizes do 4º ano, da turma A, da Escola EB2,3/S, de Vilar Formoso, do Agrupamento de Escolas de Almeida. Este é o nosso espaço. Seja bem-vindo!
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A ÁGUA NA NATUREZA


A água é um elemento de primeira necessidade. É essencial à vida!
É indispensável ao Homem como bebida, como alimento, para sua higiene, como fonte de energia, matéria-prima, via de transporte e suporte das actividades recreativas.
A água está presente em toda a parte do nosso planeta: no ar, nas rochas, nos rios e mares, nos glaciares, nas plantas e até no corpo dos seres vivos… O nosso corpo é, em grande parte, constituído por água!

Visto do espaço, o nosso planeta parece um Planeta Azul, coberto na sua maioria por oceanos e mares. A água ocupa 70% da superfície da Terra e os continentes ocupam o resto. Os mares e os oceanos armazenam a quase totalidade da água existente no planeta! O oceano Pacífico é o maior de todos, ocupando um terço da superfície do planeta.
No nosso planeta podemos encontrar dois tipos de água: a doce e a salgada.
Cerca de 97,5% de toda água existente no planeta Terra é água salgada e apenas 2,5% é água doce.


Os estados da água

Na Natureza, a água encontra-se em 3 estados físicos:


  • sólido - Pode apresentar-se na forma de neve, granizo ou saraiva, geada, gelo. A água no estado sólido ocupa as regiões mais frias da Terra.
  • líquido - A água no estado líquido ocupa quase ¾ da superfície terrestre. Pode apresentar-se sob a forma de chuva, orvalho, nos rios e ribeiras, mares, oceanos, lagos e lagoas.
  • gasoso - A água no estado de vapor encontra-se na atmosfera

As transformações da água



A água muda de estado físico com a variação da temperatura e da pressão.

A água transforma-se em vapor de água acima dos 100ºC.
A água está no estado líquido entre os 0 e os 100ºC.
A água transforma-se em gelo abaixo dos 0ºC.






Evaporação - Por acção do calor do Sol, a água passa do estado líquido para o estado gasoso. A evaporação é um fenómeno que ocorre muito lentamente e à temperatura ambiente. Cerca de 80% da evaporação provém dos oceanos. Os restantes 20% provêm de águas interiores e da vegetação. Atenção que a passagem da água para o estado gasoso pode dar-se à temperatura normal (evaporação) ou a temperaturas elevadas (ebulição).

Condensação - Passagem da água do estado gasoso (vapor de água) para o estado líquido. Geralmente, a condensação ocorre na atmosfera, quando o ar quente sobe e arrefece. Como resultado, o vapor de água condensa formando-se as nuvens. Mais tarde, esta água cai sob a forma de chuva, neve ou granizo (precipitação). O nevoeiro e a neblina são exemplos  de condensação.
                    
                     Nevoeiro - Quando o vapor de água se condensa nas camadas baixas da atmosfera.
                    
                     Orvalho - Quando, à noite, a temperatura desce, o vapor de água, em contacto com o solo, rochas, plantas, telhados… condensa-se, formando pequenas gotas de água. A estas pequenas gotas chama-se orvalho.

Solidificação - É a passagem da água do estado líquido para o estado sólido. Para que isso ocorra, é necessário que haja diminuição da temperatura ou aumento da pressão.

                    Geada - quando o orvalho, devido ao arrefecimento do ar, solidifica, forma uma camada branca sobre o solo, plantas, rochas...

Fusão - Passagem do estado sólido para o estado líquido. Um exemplo de fusão é o gelo a derreter, quando a temperatura da água aumenta acima de 0ºC. Também pode ocorrer fusão da água quando há diminuição da pressão.

Sublimação - É a passagem do estado sólido directamente para o estado de vapor.
Fonte: imagem retirada da internet.
 Aprende mais sobre as mudanças do estado físico da água, clicando AQUI.


O Ciclo da Água

Chama-se Ciclo da Água ao processo contínuo de circulação da água na superfície da Terra. A energia do Sol e a gravidade da Terra movem a água através dos oceanos e mares, da atmosfera e da superfície da Terra, num ciclo permanente durante o qual a água sofre mudanças de estado.

Fonte:Imagem retirada da internet.
Ao ser aquecida pelo Sol, a água evapora-se. Quando chega a uma zona mais fria, arrefece e condensa-se formando nevoeiros ou nuvens a partir dos quais se dá a precipitação. A água precipitada pode regressar à atmosfera por evaporação ou espalhar-se na superfície da Terra, enchendo os rios, lagos e ribeiras através do escoamento superficial, ou infiltrar-se no solo, constituindo o escoamento subterrâneo.
A água que é absorvida pelos seres vivos é depois libertada quando está calor, através da transpiração.

EVAPORAÇÃO ----------> CONDENSAÇÃO ----------> PRECIPITAÇÃO

Aprende mais sobre o ciclo da água, clicando AQUI e AQUI.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Humanos - Muda de Vida

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

12 Dias de Natal - ShreK

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Actividades realizados em Dezembro

Telhas de Natal

A ideia surgiu...decorar uma telha com motivos de Natal. Mas onde encontrar telhas antigas?
Eis a história da telha de Natal:
A D. Ivone soube da ideia e ofereceu-nos as telhas. A nossa professora foi buscá-las a Poço Velho.
Na 3ª feira fomos para a sala de EVT e limpámos todas as telhas com esfregão e escovas de arame. Lavámos as telhas e ficaram a secar.
Na 4ª feira, cada um separou três folhas de guardanapo com o boneco de neve e colámos uma das folhas na telha com muita cola branca: primeiro foi colocada a cola na telha, depois a folha de guardanapo, com muito cuidado. Cada um, muito delicadamente, calcou com o dedo a folha para que ficásse bem colada; a seguir foi colocada outra camada de cola. As telhas ficaram a secar.
Na 5ª feira enfeitámos a telha com material que trouxemos: botões, fitas, estrelinhas douradas, purpurinas, feltro (para a estrela vermelha), guardanapos com desenhos de azevinho, verniz em spray, etc.
Na 6ª feira embrulhámos todos os nossos trabalhinhos.
Foi um trabalho diferente, divertido...e surgiram belíssimas telhas de NATAL!


Presépio de Lata - Rui Veloso

Canção ensinada e cantada na aula da Escolinha de Valores (AEC).

Parabéns, Tomás!

No dia 19 de Dezembro, o Tomás fez nove anitos!
Parabéns, Tomás, muitas felicidades e sucessos académicos.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Pegue o seu no Magia Gifs!


1 de Dezembro - Restauração da Independência


Tudo começou em 1578 com a morte do Rei D. Sebastião, no norte de África, na Batalha de Álcacer- Quibir. A sua morte trouxe um problema: D. Sebastião não tinha filhos nem irmãos que lhe sucedessem.
Quem acabou por suceder-lhe foi o seu tio - avô, o Cardeal D. Henrique. Como o Cardeal era idoso, faleceu tendo governado apenas dois anos.
Na linha de sucessão estava D. Filipe II, de Espanha, primo de D. Sebastião. Assim, o rei de Espanha, passou a ser também o rei de Portugal , seria Filipe I de Portugal.
Com Filipe I começa a 3ª Dinastia - a Filipina (Filipe I, Filipe II e Filipe III).
Passaram sessenta anos em que houve domínio filipino em Portugal. Nesse período, houve várias guerras, fome e aumento de impostos que provocaram a revolta dos portugueses.

A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de homens, chamado os "Conjurados", em Lisboa, obrigou os representantes do rei a renunciar ao cargo. A ameaça foi "Ou sai pela porta, ou sai pela janela".
Assim, Portugal voltou a ser independente, sendo nomeado D. João IV como rei.
Com D. João IV começa a 4ª Dinastia - de Bragança.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Parabéns, André Matias!

No dia 17 de Novembro, o André fez 9 anos. Parabéns ao aniversariante.
Sucessos académicos!

O rato de Alexandria (continuação)

Depois de termos lido e explorado o conto "O rato de Alexandria", do "Livro que falava com o vento e outros contos", de José Jorge Letria, fizemos um trabalho de Expressão Plástica a partir da última parte do conto.

..." num templo dos arredores da cidade, o rato de Alexandria não esqueceu nada do que tinha aprendido e conseguiu transmitir os seus conhecimentos aos ratos mais novos..."

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Actividades de Educação Artística (AEC)

Trabalhos realizados para o Dia das Bruxas e no Dia de São Martinho. 



História de Portugal

O Primeiro Rei de Portugal - D. Afonso Henriques

domingo, 14 de novembro de 2010

O Rato de Alexandria

"O Rato de Alexandria" é um dos contos de "O livro que falava com o vento e outros contos", de José Jorge Letria.
O Rato de que fala esta história morava num sitio muito especial, a Biblioteca de Alexandria, onde havia milhares de pergaminhos e papiros, contendo todos os conhecimentos que os homens tinham até então conseguido acumular e passar por escrito.
Um dia, não tendo nada para fazer, começou a passar por cima das folhas cobertas de estranhos caracteres e, em vez de as roer como faziam os outros ratos, procurou descobrir se juntos faziam sentido.
Transformou-se, desta maneira, no primeiro rato a saber ler, descobrindo imediatamente o prazer da leitura.
“Conhecia todos os grandes sábios do seu tempo e, à medida que os ia conhecendo, ganhava admiração por eles e ficava com pouca paciência para ouvir as deslavadas conversas dos ratos seus irmãos.”
De leitura em leitura, foi ficando cada vez mais sábio e, ao mesmo tempo, envelhecendo.                                          
Um dia, um grande fogo começou a alastrar dentro da biblioteca e o rato, antes da fuga, conseguiu juntar alguns pergaminhos e levou-os para longe do incêndio.
Nos anos seguintes, num templo dos arredores da cidade, o rato de Alexandria não esqueceu nada do que tinha aprendido e conseguiu transmitir os seus conhecimentos aos ratos mais novos.
Um dia, o rato morreu… No entanto, “muitos anos depois, todos os ratos dessa terra sabiam ler e veneravam uma estrela estranha e longínqua chamada Alexandria.

Este foi o primeiro conto que lemos de "O livro que falava com o vento e outros contos".

Fonte: imagens retiradas da Internet

O contador de histórias

Jorge Serafim, um contador de histórias alentejano, veio à nossa escola. Estivemos todos juntos na Biblioteca da Escola EB2,3/S de Vilar Formoso a ouvir, maravilhados e divertidos, as histórias que veio contar-nos: A ovelha velha laruça, os animais que queriam provar a Lua e outras.
Gostámos de todas as histórias. Jorge Serafim tem muita expressividade e sabe captar a atenção dos ouvintes pela voz, pelos gestos...Foi espectacular!

Palestra sobre a reciclagem

No dia 6 de Outubro, assistimos a uma palestra promovida pela RESIESTRELA sobre a reciclagem. Já sabíamos como reciclar o lixo: papel e cartão no contentor azul, vidro no verde, plástico, pacotes de leite e sumo e latas no contentor amarelo e as pilhas no pilhão.
Ficámos a conhecer melhor o percurso que o lixo fazia.  Depois de recolhido nos ecopontos, segue para o Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos da Cova da Beira, onde estão a Central de Triagem, a Plataforma de Recicláveis, a Central de Compostagem e o Aterro Sanitário.

Depois de seleccionado e enfardado, o lixo segue para as indústrias para ser reciclado: papel, cartão, plástico, pacotes de leite e sumo, lata, vidro, pilhas, etc.

Sólidos geométricos

Para aprofundarmos o estudo dos sólidos geométricos, construímos, em pares, 8 sólidos poliedros com palhinhas e plasticina: o cubo, 3 prismas (prisma triangular, prisma quadrangular, prisma rectangular ou paralelepípedo) e 4 pirâmides (pirâmide triangular, pirâmide quadrangular, pirâmide pentagonal e pirâmide hexagonal).

Depois de construídos os sólidos, fizemos a reciclagem e recolhemos embalagens parecidas com os  sólidos geométricos (caixas de sapatos, caixas de papel, pacotes de leite, copos de iogurte, botões, etc), forrámos, colámos, pintámos e surgiu o Sr. Sólido, o aluno mais "caladinho" da turma. É um aluno estranho: descendente de robot, de ave, ou uma mistura dos dois?
Foi uma actividade  engraçada e muito importante, pois aprendemos, de uma maneira divertida, os nomes  dos diferentes sólidos geométricos e suas características.

Aprendemos a distinguir  sólidos geométricos poliedros de sólidos geométricos não poliedros. Os sólidos geométricos dividem-se em dois grandes grupos: poliedros e não poliedros.
  • Poliedros - são sólidos cuja superfície é formada por figuras planas (cubo, prismas e pirâmides). Podemos encontrar vértices, arestas e faces.
  • Não poliedros - são sólidos que apresentam apenas superfícies curvas (esfera) ou superfícies curvas e planas (cone e cilindro).
Trabalho realizado pelos alunos.